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Fusca de Cinema: Elvis + Fusca em Canções e Confusões (1967)

POR 13.7.18


Double Trouble (no Brasil, Canções e Confusões), é um filme de comédia romântica de 1967, dirigido por Norman Taurog e protagonizado por Elvis Presley.

SINOPSE: Em turnê pela Europa, o cantor Guy Lambert (Elvis Presley), passa por inúmeros problemas quando conhece Jill Conway (Annette Day), uma orfã que é muito fã do cantor. Jill faz Guy se meter em várias situações como espionagem e furtos de jóias.

O filme se passa em Londres, porém, foi filmado na Califórnia. Seu enredo combinou espionagem com discoteca, coisas que estavam em alta na época.

Foi o primeiro e único filme da jovem Annette Day. Presley lhe deu de lembrança um Mustang branco no último dia das filmagens. Mais tarde, ela daria o presente ao seu irmão.

Presley não estava tão contente com os rumos de sua carreira de ator, por isso, surtou quando os executivos lhe avisaram que ele teria que cantar "Old MacDonald". Ele só se acalmou quando disseram que a música não seria incluída na trilha sonora. No fim das contas, ela foi.






No filme Elvis dirige um fusca 1964 Deluxe (modelo alemão fabricado nos EUA) ele pode ser visto em frente a uma delegacia de polícia, enquanto outro Fusca de 1964, assim como um Fusca de 1963, participa como carros de rua em movimento.

Veja a cena:


Poster Original do Filme:


FONTE: Wikipédia



Conheça o Fusca que é uma floricultura ambulante

POR 12.7.18

A curitibana Cristiana Prante trabalhava como designer de produto quando decidiu que era hora de fazer algo diferente. Num período de insatisfação profissional, Cristiana, que sempre gostou do universo das flores, resolveu fazer um curso de arte floral em Holambra, SP.

Na volta à Curitiba e com uma vontade imensa de empreender, ela pensou em abrir uma floricultura. Mas não queria cair no modelo tradicional, sem falar no alto investimento que uma loja exige. Foi então que olhou para dentro da garagem da sua família e teve uma ideia: porque não criar um “fusca flower”? E assim surgiu a Florista Viajante, um projeto criativo e romântico que inspira por onde passa.

Foto: © Carolina Ritzmann

Foto: © Carolina Ritzmann

Cristiana montou sua floricultura, onde vende seus charmosos arranjos e buquês, num fusquinha verde que sua mãe ganhou do seu pai quando estava grávida dela, há 28 anos. Com ele, a curitibana participa de encontros de food truck e outros eventos, além de ter um ateliê onde monta os arranjos sob encomenda e desenvolve uma coleção de vasos para a marca, não tendo assim abandonado a antiga profissão de designer de produto.

A florista conta ainda que queria fazer algo em que acreditasse e que fosse realmente inspirador. Conseguiu!

Foto: © Carolina Ritzmann
Foto: Venâncio Filho Fotografia




FONTE: Hypeness 




Estudante na Nigéria constrói fusca movido à energia solar e eólica.

POR 12.7.18

O nigeriano Segun Oyeyiola conseguiu fazer algo extraordinário: um Fusca feito de sucata movido à energia solar e eólica, elaborado com menos de 6 mil dólares.Lembra do fusca elétrico x? Utilizando o mesmo conceito, o nigeriano Segun Oyeyiola conseguiu fazer algo extraordinário: um Fusca feito de sucata movido à energia solar e eólica, feito com menos de 6 mil dólares.

O estudante de engenharia da Universidade Obagemi Awolowo, na Nigéria, passou um ano adaptando os materiais doados por amigos e familiares no veículo sustentável. Ele teve esta ideia após se conscientizar mais sobre as emissões de dióxido de carbono, que prejudicam gradualmente o clima, os ecossistemas e a agricultura. Sendo assim, seu projeto pessoal visa mudar o mundo e, quem sabe, salva-lo à longo prazo.

O carro ainda vem com um GPS que ajuda a monitorar seu funcionamento. O projeto é uma ótima solução para o mercado, pois se sustenta com base nos recursos naturais, sendo que a junção de ambas energias, solar e eólica, se complementam. O painel solar fica no topo do Fusca, enquanto a turbina eólica fica sob o capô.

Dr. John Preston, diretor do departamento de Engenharia Física da Universidade de McMaster e orientador acadêmico para a equipe de carro solar da escola, diz que nunca viu nada parecido engenhoca de Oyeyiola, que também vem com um aplicativo de GPS que monitora a saúde do carro. “Se você pudesse encontrar uma maneira de usar tanto a eólica ea solar no mesmo veículo, que seria uma coisa maravilhosa”, disse ele. “Usando a eólica e a solar significa que você não tem que dirigir apenas durante o dia. Se ele figurou uma maneira de fazê-lo, isso seria bastante notável.”




Não só Oyeyiola instalar um painel solar gigante no topo do Beetle; Ele também inseriu uma turbina eólica sob o capô. Como explica Preston, que permite que o ar flua para a grade, enquanto o carro está em movimento, posteriormente transformando rotores da turbina e carregar a bateria na parte de trás do carro. Oyeyiola também construiu um forte sistema de suspensão para lidar com o peso da própria bateria.

Não é perfeito. A bateria leva de quatro a cinco horas para carregar, mas Oyeyiola diz que está trabalhando nisso. Os maiores desafios, segundo ele, veio de encontrar os melhores materiais a utilizar, e as pessoas dizendo que ele estava perdendo tempo.

Essa última parte não parece que vai parar Oyeyiola, que quer criar carros a energia solar e energia eólica que se aproveitam do clima quente da Nigéria, ensolarado. Quando lhe pergunto o que vai acontecer com o carro depois que ele termina seus últimos finais em 15 de maio, sua resposta é simples e direta: “Manter a melhorar nele, até que se torne carro do futuro da Nigéria.”

O estudante de engenharia da Universidade Obagemi Awolowo, na Nigéria, passou um ano adaptando os materiais doados por amigos e familiares no veículo sustentável. Ele teve esta ideia após se conscientizar mais sobre as emissões de dióxido de carbono, que prejudicam gradualmente o clima, os ecossistemas e a agricultura (o que em um país com carências, como a Nigéria, se torna prejudicial à vida das populações). Sendo assim, seu projeto pessoal visa mudar o mundo e, quem sabe, salvá-lo a longo prazo.




O carro ainda vem com um GPS que ajuda a monitorar seu funcionamento. O projeto é uma ótima solução para o mercado e se encaixa perfeitamente no clima quente de seu país, pois se sustenta com base nos recursos naturais, sendo que a junção de ambas energias, solar e eólica, se complementam; na falta de uma, utiliza-se a outra. O painel solar fica no topo do Fusca, enquanto a turbina eólica fica sob o capô.

Claro que o Fusca de Oyeyiola ainda necessita de alguns ajustes, como por exemplo na bateria, que ainda leva entre quatro e cinco horas para ser carregada e a procura por materiais melhores do que as sucatas. Mas o ambicioso engenheiro pretende chegar lá e, aos poucos, consolidar o modelo como o carro do futuro da Nigéria.


FONTE: Hypeness

Palhaço viaja 15 mil km de Fusca pelo Brasil para levar teatro e cinema a pequenas comunidades

POR 18.5.18

Rafael Trevo dividiu aventura com a companheira, Lelê. Antes, ele havia pedalado por um ano de São Paulo ao Ceará. Atualmente, ele mora em uma Kombi.

Esta é uma daquelas histórias que poderiam virar roteiro de cinema. Um palhaço e sua companheira colocam tudo o que podem dentro de um Fusca 1964 e partem em uma viagem de 15 mil quilômetros Brasil a dentro. O objetivo? Exibir filmes e apresentar espetáculos de teatro em cidades do interior.

Só que este é apenas um trecho da aventura que começou em cima de uma bicicleta. Em dezembro de 2012, o artista Rafael Trevo – ou palhaço Trevolino – abdicou do conforto na casa da família, em São Paulo, para provar que poderia viver de arte. O primeiro desafio foi pedalar cerca 2.800 quilômetros até a cidade da bisavó, no interior do Ceará.

Olha Que Legal: Palhaço viajou 15 mil km de Fusca para levar teatro e cinema pelo Brasil

No meio do caminho, mais precisamente em Brasília, ele conheceu a arquiteta Letícia Marins, que viria se tornar sua companheira e parceira de trabalho. Naquela época, no entanto, ele não fazia ideia de que Lelê seria a maior incentivadora da profissão que ele acabava de adotar como estilo de vida.

O Cine Fusca

Com Letícia, Trevo criou a Cia. da Sorte – de teatro, circo e palhaçaria – e planejou a viagem dentro do Fusca que se transformou em um projeto de exibição de filmes em regiões desassistidas, o Cine Fusca.

Hoje o "possante", apelidado de Ventura, faz do Distrito Federal sua garagem oficial e deve circular pela cidade até o final do ano antes de voltar para a estrada.


Mas para entender melhor essa história de Cine Fusca, vamos voltar de novo no tempo, lá para 2012, quando Trevo saiu de casa. Com apenas R$ 150 no bolso, coragem de sobra, um pouco de sorte e a vontade de mostrar que era possível viver de arte – sozinho – ele se despediu dos pais e do irmão mais novo.

O artista lembra que montou na bicicleta que seria sua amiga inseparável por todo o ano seguinte, e partiu. Era 31 de dezembro. "Além do teatro, eu descobri que tinha a função de levar coragem para as pessoas também", disse ele ao G1.

"Quando você vai atrás do seu sonho, incentiva o outro a fazer a mesma coisa."

De São Paulo a Brasília

Os 470 quilômetros que Trevo percorreu de São Paulo até Brasília em cima da bicicleta têm seu valor na trajetória artística do palhaço, mas a história que ele escreve até hoje só começou mesmo na capital federal. No gramado da Funarte, em 2013, ele conheceu Letícia.

"Me chamaram pra participar do Circo Inventado e ela foi assistir. Eu tava vestido de mago e, depois do espetáculo, encontrei ela sozinha e perguntei qual número tinha gostado mais. Ela respondeu que tinha sido o mago e, aos poucos, foi reconhecendo que era eu."

"Depois, minha maior crise foi ter que ir embora."

Na queda de braço mental entre ficar ou seguir viagem, o plano original venceu. O artista seguiu viagem e os amores foram passageiros na garupa daquela bike, que só tinha espaço para Trevo e uma mochila.

Pandeiro e poesia no sinal

Cerca de quatro meses depois e 2 mil quilômetros pedalados, no entanto, uma ligação de Lelê abriu um novo caminho na história.

"Quando cheguei em João Pessoa, ela me ligou, perguntou onde eu tava e disse que ia me encontrar. Aí eu respondi: já que você vem, traz um pandeiro e uma poesia decorada", recorda o artista.

"A arquiteta saiu de Brasília pra ir trabalhar no sinal."

Em dez dias de visita, Lelê e Trevo fizeram palhaçadas, intervenções urbanas, malabarismos, recitaram poesias, passaram por semáforos, calçadas, bares e esquinas. "Ai ela voltou pra Brasília e a gente decidiu que iria viajar juntos no ano seguinte."



No Ceará, o encontro com a bisavó

Trevo seguiu viagem e no dia 15 de novembro de 2013 e chegou ao destino traçado inicialmente: Itapipoca, no interior do Ceará, cidade da bisavó. "Ela foi ver minha apresentação na praça. Foi a realização do meu sonho", diz o artista.

"Ela dizia: meu filho, parabéns, você é um ótimo artista."

"Um ano pareceu dez pelo tanto de gente que conheci, coisas que vivi", disse ao G1. "A bike e o Fusca abrem muitas portas, porque você fugir do tradicional é muito louco. Na verdade, as pessoas querem isso, só não têm coragem."

"Ali eu vi o melhor do ser humano, gente que me deu uma cama pra dormir, que dividiu o pouco de comida que tinha comigo. Um desconhecido que me colocou dentro da casa dele, ofereceu banho, rango."

Missão cumprida, o palhaço – agora graduado pela estrada – voltou para a casa da família de avião. Desmontou a bicicleta e começou a planejar a próxima aventura. E é neste ponto que o Fusca entra em cena.

Cinema, teatro e casa

Comprado com as economias de um ano de trabalho, R$ 5 mil, o Fusca estava parado na garagem da família de Trevo desde os 19 anos. Ao lado de Lelê, o artista fez um financiamento coletivo na internet e conseguiu arrecadar R$ 7 mil.

O dinheiro foi suficiente para financiar o sonho: caixa de som, estrutura e cortinas de teatro, barraca de dormir, projetor, telão, logo e adesivos da companhia que começaria as atividades em breve. O caminho a percorrer seria o mesmo.


"Fazer o mesmo trajeto revendo os amigos que eu tinha feito. A galera que tinha me visto de bike, me veria com um Fusca e uma patroa", contou com ar de graça.

"Saímos com o Fusquinha abarrotado de coisas no dia 25 de fevereiro de 2014."

O plano era fazer a viagem em 4 meses, mas durou o ano inteiro. "Na primeira cidade, em Piraçununga, eu me apresentei sozinho. Logo na segunda cidade, a Lelê entrou em cena e foi um marco. Dali pra frente nosso espetáculo virou uma obra de arte."

"Foram 15 mil quilômetros, 13 estados e mais ou menos 80 cidades."

De um lado do Fusca, cortinas vermelhas de teatro. Do outro, um telão branco para exibição de filmes. Assim, com toda a parafernalha no banco de trás e em cima do carro, o casal percorreu estradas dos recôncavos brasileiros e visitou pequenas comunidades.


No interior do Brasil, Trevo e Lelê procuravam por alguém que trabalhasse com cultura para autorizar os espetáculos. Podia ser o prefeito, um secretário, a professora da escola ou a única que dava aulas de balé na região.

"Sempre ia na rádio pra conseguir divulgação. Nas cidades pequenas você é a atração e a acolhida é muito mais calorosa."


À base de trocas

Durante um ano, Trevo e Lelê viveram com a ajuda de moradores para tomar banho, comer e esticar as pernas de vez em quando.

"Essa viagem me transformou como ser humano. Eu tive que viver um ano com o que cabia na bike e depois em um Fusca. Então, minha forma de consumir mudou", diz ele.


Hoje, Trevo vive dentro de uma Kombi estacionada no terreno da chácara de uma amiga no Lago Oeste, em Brasília. Ao lado, debaixo de uma tenda, fica estacionado o Fusca Ventura. Os gastos mensais? Não passam de R$ 1 mil, segundo ele.

"Melhor do que ganhar dinheiro para bancar os custos é não ter custos."

O artista diz que vive na Kombi e gosta disso. "É meu estilo de vida. Eu troco isso por cuidar da chácara e não envolve dinheiro, o que obriga uma relação humana – o que eu acho muito mais interessante."

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FONTE: G1 



Na Jordânia, homem transforma Fusca no 'menor hotel do mundo'

POR 15.3.18

Quando o Fusca de Mohammed al-Malaheem começou a dar defeito, ele teve a ideia de aproveitar o carro para outro fim: transformá-lo no que chama de "menor hotel do mundo".

O carro está em uma região turística da Jordânia (perto de Al Shoubak) e é todo decorado com tapeçarias típicas da região feitas por artesãos locais. Ele serve como "hotel" desde 2011 e já recebeu cerca de 160 hóspedes, segundo o dono.



Apesar do desejo al-Malaheem, o título de menor hotel, segundo o Guinness, o Livro dos Recordes, pertence a um imóvel de 2,5 metros de largura na Alemanha chamado Eh'häusl Hotel.

Mas o proprietário do Fusca diz que há quem prefira se hospedar no carro do que um hotel 5 estrelas. "Todos os turistas param para tirar fotos dentro do Fusca", conta.

  


Há também uma pequena loja estilo quiosque que vende lembranças, como antiguidades, jóias, pedras preciosas, miniaturas de cobre e artefatos históricos, que os hóspedes do hotel podem comprar no final da sua visita.

Os turistas também podem desfrutar de um café da manhã e/ou almoço típico oferecido pelo senhor e suas filhas.




"Eu não venderia nem por um milhão. Ele já é famoso no mundo todo", afirma o dono.

"Minha ambição é criar um hotel com 10 a 15 'quartos' em Fuscas. Mas não consigo arcar com isso com o que ganho. Meus recursos são limitados", lamenta al-Malaheem.









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